26.4.10
25.4.10
Estágio 4
Esta história faz parte do meu projeto identidade cujo o título "Eu e o espaço escola"
Gostei muito porque além de o aluno precisar conhecer seu corpo,seu espaço ele precisa de identificação E "Maria-vai-com-as-outras" reflete aqules que pricuram se apoiar nos outros e esquecendo das suas próprias vontades.A fase em que os alunos da minha turma se encontram é um fase de descoberta e eles se espelham em outras pessoas para se identificarem,penso que essa história vai mexer um pouco com suas identificações e fazerem uma auto-avaliação.Aproveitando isso vamos contruir um álbum que identifique seus gostos.
Cito abaixo um link onde Lacan fala da formação do Eu.
http://www.sedes.org.br/Departamentos/Psicanalise/ana_sigal.htm
24.4.10
Estágio 3
Quando conseguimos colocar em prática uma atividade e ver um objetivo sendo alcançado dá uma satisfação enorme que só entende que acredita como as crianças são capazes.
Esta foi a atividade chave da semana os alunos se dividiram em grupos e deram inicio as atividades nos wikis de grupos.
A satisfação não foi só minha eles vibraram junto comigo,mas ainda temos um longo percurso pela frente com muitas construções.
21.4.10
Estágio 2
AtIvIdAdEs rEaLiZdAs nEsTa pRiMeIrA SeMaNa dE EsTáGiO,CoNfEcÇãO De sEu eU AtRaVéS De uM DeSnHo dO CoRpO,OnDe oS AlUnOs fOrMaVaM DuPlAs e fIzErAm o cOnToRnO Um dO CoRpO Do oUtRo dEpOiS CaDa uM PeGoU O SeU E AdOrNoU CoNfOrMe sUa pErSoNaLiDaDe.dEpOiS DeSsA AtIdAdEs oUvIrAm a hIsTóRiA "a hIsTóRiA De cAdA Um" PeRcEbI QuE MuItOs sE IdEnTiFiCaRaM CoM AlGuNs pErSoNaGeNs dA HiStÓrIa pOr sUaS FaMíLiAs sErEm pArEcIdAs.tAmBéM PeRcEbI CoNfLiToS FaMiLiArEs qUaNdO PeRgUnTeIa a eLeS O QuE ErA FaMíLiA?Na fAlA De uM AlUnO DiZiA QuE FaMiLiA ErA A MãE,Os iRmÃoS E O PaDrAsTo dE RePeNtE Um cOlEgA GrItA "dEsDe qUaNdO O PaDrAsTo é fAmÍlIa" NeStE TiVe qUe iNtErViR E ExPlIcAr qUe aS FaMíLiAs dE HoJe sE DiFeReM CoNfOrMe a rEaLiDaDe e o qUe eRa fAmÍlIa aSsIm bUsQuEi eXeMpLoS De fAmÍlIa nA HiStÓrIa,a cOnVeRsA FeZ CoM QuE TiVeSsEm eNtEnDiMeNtO De fAmÍlA. OuTrO FaTo iNtErEsSaNtE Da sEmAnA FoI A FaLa dE DoIs aLuNoS Em aTiViDaDeS DiFeReNtEs.nA ElAbOrAçÃo dA ÁrVoRe gEnEaLóGiCa uM AlUnO DiSsE QuE NãO PoDeRiA CoLoCaR O NoMe dO PaI PoRuQe nÃo cOnHeCiA Só qUe aO CoMeNtAr iSsO El jÁ Se jUsTiCoU DiZeNdO "sAbE O QuE SoRa é qUe qUaNdO MiNhA MãE CoNhEcEu mEu pAi eU NãO ErA NaScIdO" nEsSaS HoRaS PeRcEbEmOs o qUaNtO É DiFíCiL TrAbAlHaR A IdEnTiDaDe dO AlUnO Se dEsCoNhEcEm a pRóPrIa iDeNtIdAdE.OuTrA FaLa qUe mE ChAmOu a aTeNçÃo fOi a dE UmA MeNiNa aO ReSpOnDeR O QuEsTiOnÁrIo dE PeSqUiSa,eLa pEdE QuE Eu a aJuDe pOrQuE NãO SaBe sEu aNiVeRsÁrIo ,EnTãO CoLoQuEi eM SeU CaDeRnO SeU NoMe cOmPlEtO E SuA DaTa dE NaScImEnTo e eLa iMeDiAnTaMeNtE OlHoU E FaLoU "sOrA Tu cOlOcOu o dIa eM QuE Eu nAsCi mAs qUaNdO Eu fAçO AnIvErSáRiO?"eSsAs rEfLeXõEs dOs aLuNoS NoS FaZeM PeRcEbEr qUe o óBvIo pArA NóS AdUlToS NãO É TãO ÓbViO AsSiM,SeRvE PaRa pArArMoS Em pEnSaRmOs iM PoUcO MaIs nOsSa pRáTiCa eM SaLa dE AuLa mUiTaS VeZeS.NeSsAs hOrAs dEvEm sE DaR OpOrTuNiDaDeS DeLeS Se eXpReSsArEm pArA VeRmOs sS SuAs dÚvIdAs e cErTeZaS.
"A conversa, na ação educativa, é elemento central na relação que produz o conhecimento. A palavra conversa vem da união de duas raízes latinas, ‘cum’, que significa ‘com’, e ‘versare’, que significa ‘dar voltas’, de maneira que conversar, em sua origem, significa ‘dar voltas com’ outro” (Maturana, 1998a, p. 80). A conversa constitui-se, assim, em um espaço relacional por excelência na ação educativa." Humberto Maturana
18.4.10
Primeira semana
Essa primeira semana foi uma correria era a angústia do andamento do planejamento,a disputa pelo Laboratório de Informática ,atividades se embolando porque nem sempre cumprimos o que planejamos.Eu a Rejane e a Eliane buscando nos corredores entre uma atividade e outra apoio e trocas
Tenho me esforçado ao máximo para fazer o melhor,só que o melhor para mim às vezes não é o melhor geral.
A minha turma é um a turma com muitos problemas diagnosticados não imaginaveis pela experiência de carreria,isso faz com que a turma seja muito agitada e descomprometida,muitas das coisas que planejo não consigo dar conta,nem sempre estão dispostos e eu procuro levar para sala atividades diferenciadas.
Na segunda-feira levei uma história,atividade que eles gostam,mas o resultado não teve a recepção que eu esparva,se agitaram não deram importancia para o contexto,imagino até que porque a história falava sobre famíla e isso mexe com estruturas com certeza.
Essas coisas acabam desanimando,mas,é só uma força de expressão porque desmorecer nunca fez parte de mim,ao contrario isso se torna um desafio.
Mas nem tudo foi ruim passamos pelo Laboratório de Informática lugar que eles adoram,fizeram pesquisas com seus nomes,se surpreenderam com a origem e quiseram pesquisar o meu,dos irmão,pais enfim.No final pediram pra professora Jaqueline do Laboratório um papel e lápis para anotarem.Essa tarefa era pra ser postada em seus wikis mas não conseguimos abrir no dia marcado pelo fato de não ter internet.
Vamos continuar tentando...
11.4.10
Estágio 1
2.4.10
E.M.E.F.Antonio Machado de Godoy
Fundação:21 de novembro de 1962
Nº de alunos:927
Nº de professores:49
A escola também conta com uma Direção,uma vice e uma orintadora educacional e duas secretárias.
Possui 7 serventes-merendeiras que e um fucionário tercerizado que tem como função cuidar da merenda dos alunos e fazer a limpeza.
A escola se carcterizou por ser uma escola grande,os alunos estão distribuídos em três turnos (manhã,tarde e noite).
No turno da manhã temos o Currículo por Atividades,à tarde o Currículo por Área, no turno da noiteo EJA que teve seu início em 1999.
Atualmente a escola possui 12 salas de aulas que estão ativas e 2 salas que ficam nembaixo do prédio novo onde estão inativas.Contamos com um Laboratório de Informática,1 Laboratório de Aprendizagem,1 sala de Orientação,1 cozinha e refeitório,sala dos professores,sala da Direção,secretaria e 1 Biblioteca com acervo de 5.500 volumes.
Esta é parte da escola.
ARQUITETURA PEDAGÓGICA
Quanto mais os indivíduos em um ambiente de ensino-aprendizagem aprimoram suas
habilidades e competências, mais desenvolvem novas aprendizagens, colocando-as em prática, com retorno e reflexão de suas ações, mais o estímulo para pesquisar, aprender e cooperar com a aprendizagem de outros pode ser ampliado, levando a construção de uma rede sustentável de conhecimento.
Esta constatação está relativa ao retorno de educadores e educandos envolvidos na construção de projeto educacional envolvendo a sinergia entre artes, cultura, educação e tecnologia. O projeto em desenvolvimento apresenta infra-estrutura pedagógica e técnica flexível
e aberta, que é composta por teorias e metodologias educacionais aplicadas com suporte de
recursos de tecnologias informação e da comunicação, arquivos e instrumentos
multimídia (Franco e Lopes, 2005a; Franco, Cruz e Lopes, 2005).
A formação de uma
estrutura pedagógica e técnica flexível, que de suporte a projetos educativos com base
na sinergia citada, aponta para a necessidade de criação e manutenção de ambientes e
recursos de aprendizagem adequados, tanto quanto requer a construção interdisciplinar e cooperativa de conhecimentos. Construção esta, que o tempo, espaços, linguagens e materiais diversificados podem embasar satisfatoriamente para que haja engajamento das pessoas nos projetos educacionais, melhoria qualitativa e quantitativa continuada das diversas ações educativas.
Pode-se, por exemplo, propiciar aos indivíduos, estrutura educacional que tenha como parâmetro o pensamento de Bacon “saber é poder”, no sentido de que o ambiente educacional seja capaz de oferecer aos indivíduos saberes que os tornem capazes de transformar o conhecimento apreendido, muito além do até então propiciado, que em
geral.
As experiências de ensino-aprendizagem têm suporte de conceitos tais como, o construtivismo de Piaget e o construcionismo de Papert. Estes conceitos podem ampliar a compreensão dos indivíduos de como as pessoas aprendem e crescem.
Os aspectos afetivos também são relevantes para o sucesso das experiência pedagógicas e têm suporte dos pensamentos de Paulo Freire e Ivan Illich a respeito de se fazer uma revolução no conteúdo do currículo e na pedagogia atual. A idéia é transformá-los em mais práticos e inclusivos, embasados no amor, humildade, esperança, fé, confiança, respeito pela liberdade de expressão entre educadores e educandos (Gadotti, 1994; Freire, 2004; Sims, 2004).
24.2.10

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Hoje recomeçamos a nossas atividades escolares,um novo ano se inicia e com ele muitas expectativas se criam.
Esse é um ano um pouco diferente do habitual nossos esforços ao longo de três anos se culminam agora com o estágio.
Estou muito anciosa para realizá-lo,ainda não ao certo a série, devemos acertar amanhã em nossa reunião pedagógogica,mas me parece ser uma 4º série.Gente que loucura... o tempo passou numa velocidade,olha nós aqui arregaçando as mangas para concluir um sonho.
25.11.09
23.11.09
LINDA MENSAGEM!!!!
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.Quando se vê, já são seis horas!Quando se vê, já é sexta-feira...Quando se vê, já terminou o ano...Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.Quando se vê, já passaram-se 50 anos!Agora é tarde demais para ser reprovado.Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
Mário Quintana
22.11.09
PLANEJAMENTO DE DIDÁTICA
A) Nível/ Etapa de Ensino:3 º ano do Ensino Fundamental
B) Temática focalizada: A Consciência Negra
C) Justificativa (da temática escolhida):
Essa temática foi escolhida com base no Projeto Trimestral da escola contemplando a Consciência negra comemorada no mês de novembro.
O objetivo é quebrar preconceitos em relação as diferentes raças e etnias primordiando a questão afro-cultural.
Segundo a autora Iole Maria Favieiro Trindade no texto “Não há como alfabetizar sem método?” O letramento escolar permite diferentes habilidades de leituras e escrita levando a produção didática amparada em diferentes portadores e gêneros textuais, o uso de múltiplos métodos ajudam no processo de ensino e aprendizagem.
Dentro de uma proposta planejada deve ser privilegiada a produção individual e coletiva, registrado no caderno para apontamento de uma próxima aula, possibilitando o número de palavras e frases de forma a segmentá-las.
O jogo, o ditado podem ser atividades de reflexão sobre a escrita. A produção é moldada pela linguagem permitindo contribuições provisórias,históricas,parciais,contextuais
D) Roteiro das atividades:
1) Leitura
Será contada a eles a história do livro “O menino marrom” do Ziraldo (ANEXO 1)
2) Produção textual
Oralmente farão relatos sobre a história apontados as partes significativas, destacando aspectos importantes como a questão racial, sendo instigado pela professora.
3) Jogo
Quebra-cabeça do personagem principal.(Anexo 2)
4) Sistematização
Confecção de um painel com os personagens que serão confeccionados pelos alunos em E.V. A com o titulo do projeto.
E) Descrição das atividades:
Os farão releitura da estória juntamente com a professora sendo que ficará em um cartaz exposto na sala de aula.
1.1) objetivo:
O texto servira de auxilio para novas propostas de trabalho como uma interpretação objetiva.(Anexo 3)
1.2) organização da turma:
A turma será disponibilizada em pequenos grupos com quatro alunos em cada.
1.3) organização dos materiais:
Folha xerocada com a interpretação:
1.4) desenvolvimento:
Os alunos ganharão a folha com a interpretação objetiva onde terão que assinalar as respostas certas.2) Produção textual
Relatos dos alunos em relação aos negros tanto na escola como no seu bairro.
2.1) objetivo:
Relatar e tentar resgatar uma história que traz marcas até hoje na sociedade.
2.2) organização da turma:
Sentados em forma de U.
2.3) organização dos materiais:
Fichas com palavras da estória e balas como marcadores
2.4) desenvolvimento:
A professora cantará as palavras e os alunos vão marcar com suas balas. Quem fechar primeiro a cartela leva as balas como brinde; a brincadeira será realizada em uma única vez.
3) Jogo
Confecção do disco de Newton
3.1) objetivo:
Perceber que as cores podem ser uma mistura de outras o que não influencia em sua beleza.(Anexo 4)
3.2) organização da turma:
Sentados em forma de U.
3.3) organização dos materiais:
Folha mimeografa, um papel resistente e percevejo.
3.4) desenvolvimento:
Cada aluno pintara o seu e montara4) Sistematização4.1) objetivo:
Entender o que o autor fala quanto as cores e alcançar a idéia que sendo preto ou branco elas existem e tem sua beleza
4.2) organização da turma:
Sentados em forma de U.
4.3) organização dos materiais:
Recursos humanos
4.4) desenvolvimento:
Apenas a linguagem oral,os alunos farão sua participação com estórias pessoais ou mesmo com idéias que tem a respeito do preconceito racial.
Anexo1
BibliografiaTrindade,Iole Maria Faviero Não há como alfabetizar sem métodos? (Trindade,no
12.11.09
MARIA MONTESSORI E FREINET
Estava fazendo uma leitura das próximas atividades aserem realizadas e vi que vamos falar em Maria Montessori e Freinet.Me chamou a atenção porque a muito tempo atrás logo que me formei no magistério fui fazer um curso de educação infantil ,o conhecido curso da Omep.
Nesse tempo conheci uma escola Montessoriana entrei observei o trabalho e me lembro que na época fiquei encantada com ritmo de trabalho, a organização das salinhas.
Hoje não guardo muitas lembranças mas o que ainda tenho tenho em mente é quando as crianças entravam na sala tinham de tirar os sapatos e colocá-lo em uma estante e dentro da salinha tinham brinquedos que lembravam a rotina de uma casa.Na verdade isso foi apenas uma visita junto de uma amiga que foi fazer uma ficha de emprego e acabou trabalhando na escolinha.
Agora lendo o material de Didática me veio á tona minha satisfação,fiquei feliz em saber um pouco a respeito desses dois mestres Maria Montessori e Freinet.
Também para minha surpresa foi saber que o material dourado que usamos nas escolas,que inclusive gosto muito para a construção do número,foi desenvolvido por Maria Montessori e nem tinha conhecimento desse fato.
Tanto Maria Motessori como Freinet são críticos da escola tradiconal,marcando uma nova etapa de educação,uma educação moderna voltada a liberdade de expressão.
O método Montessoriano surgiu da educação que hoje chamamos de educação especial,mas que foi se moldando a educação infantil.
A ênfase de Montessori voltava-se mais para o ser biológico do que para o social, destacando que a concepção educacional é de crescimento e desenvolvimento, mais que de ajustamento ou integração social, considerando que a vida é desenvolvimento, Montessori achava que à educação cabia favorecer esse desenvolvimento. E a liberdade como condição de expansão da vida constituía-se num princípio básico. Essa concepção influenciava a organização do ambiente escolar; sem carteiras presas e sem prêmios e castigos, a criança deveria manifestar-se espontaneamente; o bem não poderia ser concebido como ficar imóvel, nem o mal como ficar ativo. A atividade e a individualidade formavam, juntamente com a liberdade, os princípios básicos do sistema Montessori.(http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/per02.htm)
Para Freinet as mudanças necessárias e profundas na educação deveriam ser feitas pela base, ou seja, pelos próprios professores.O movimento pedagógico fundado por ele caracteriza-se por sua dimensão social, evidenciada pela defesa de uma escola centrada na criança, que é vista não como um indivíduo isolado, mas, fazendo parte de uma comunidade.
Algumas técnicas da pedagogia de Freinet: o desenho livre, o texto livre, as aulas-passeio, a correspondência interescolar, o jornal, o livro da vida (diário e coletivo), o dicionário dos pequenos, o caderno circular para os professores, etc. (http://www.centrorefeducacional.com.br/freinet.html)
30.10.09
Filme:O menino selvagem
O filme traz uma historia muito comovente podendo fazer uma breve comparação ao filme infantil “O menino lobo”.
A história tem seu inicio em uma floresta francesa com o menino andando pelo ao redor quando uma camponesa que ali colhia cogumelos ouve ruídos se assusta joga seu cesto longe e foge saindo em busca de ajuda.
Tempo mais tarde aparece alguns caçadores com espingardas e cachorros para capturar o tal animal selvagem que para sua surpresa não passava de um garoto de 11,12 anos com comportamento habitual de um animal silvestre.
O garoto vivia na floresta com hábitos de um animal selvagem, com a captura de Victor, que assim foi chamado mais tarde, sai uma noticia em um jornal e desperta a curiosidade de um jovem médico Dr.Itard que se interessa pelo caso,.Itard quer trazer o garoto para Paris para estudar seu grau de inteligência e a natureza das idéias já que este esteve privado de educação por ter vivido afastado de sua espécie.
Em um primeiro momento o menino é posto em um celeiro, depois vai para a prisão de Rodez até chegar em Paris.
Uma equipe medica consegue autorização do governo para trazê-lo e estudar o caso.
A curiosidade da população local é despertada em relação ao modo de ser e agir do garoto.
Ao chegar em Paris especialistas começam a fazer exames clínicos observam varias cicatrizes ao longo do corpo e um corte na traquéia sugerindo uma suposta tentativa de assassinato.
Depois de exames e observarão do comportamento de Victor Pinel considera que o menino não passa de um idiota irrecuperável Itard desconsidera sua opinião considerando possível recuperar o atraso provocado pelo isolamento.
Para provar a seu ponto de vista Itard recebe a tutela do garoto e o leva para sua casa, assim na sua casa com a ajuda de uma governanta dá inicio a árdua tarefa de desenvolver seus sentidos educação,mesmo depois de varias tentativas Itard percebe que falhou e sua fala retrata seu descontentamento quando diz “Já não és selvagem,embora não sejas ainda um homem”.
A historia de Victor nos mostra o quanto as pessoas tende a desprezar os que são diferentes,magoando não atribuindo sensibilidade sociedade civilizada é mais violenta que o meio selvagem,isso prova as agressões sofridas pelo menino.
Fazendo uma breve comparação acredito que esse desrespeito também ocorre a comunidade surda, a agressão que os surdos sofrem não são físicas mas de ordem moral,essa vem acompanha da descredibilidade associada a invalidez de capacidade de estar presente na sociedade de forma ativa contribuindo para o desenvolvimento social.
Quantos surdos não devem ter tido o mesmo diagnóstico de Victor de um idiota irrecuperável, a violência não é atributo da natureza selvagem mas também de uma sociedade que sofre de uma doença chamada ignorância.
As diferenças devem ser respeitadas e aceitas por uma sociedade que fala evolução
22.10.09
AULA PRESENCIAL
Ontem tivemos aula presencial das interdisciplinas Educação de Jovens e Adultos e Didática.No primeiro momento assistimos a um vídeo do Paulo Freeire onde tratava da alfabetização do EJA.O video muito emocionante com relatos extremamente comoventes.
Até o presente momento só fizemos leituras a respeito dessa realidade de alfabetização, e eu como uma grande maioria dos colegas desconhecemos a verdadeira realidade de sala de aula desse público,com esse video deu para sentir um pouco do que a teoria vem nos mostrando.Ao ver as produções desses alunos e os relatos de seus crescimentos na descoberta da escrita e leitura me fez encher os olhos de lágrima.
A alegria,a emoção deles em poder estar inserido na sociedade tendo contato com a leitura diaria como ler o letreiro de um ônibus,uma revista que encontrou é simplismente fantástico ou mesmo a felicidade de poder identificar o remetende de uma correspondência quando chega em suas casa como expos um aluno esbanjando um largo sorriso.Percebi também que ainda se sentem muito inseguros na hora de ler,algumas das leituras que fazem fora da sala de aula procuram trazer para professora dar seu parecer de certo ou errado.
A algum tempo venho me interessando por essa educação só de ouvir colegas que trabalham com EJA,agora que venho estudando a respeito senti uma certa inquietação para me inserir nessa alfabetização.Ao mesmo tempo que me sinto atraida me causa medo,trabalhar com esses adultos é um desafio muito grande,o desafio na verdade é de ambos.o aluno que precisa lutar para permanecer o tempo máximo na escola e do educador que precisa mantê-los sabendo da realidade que puxam para fazer com que a escola não seja o primordial em suas vidas.
Essa foi a parte boa da aula porque no mais pareceu que os ânimos estavam exaltados,gostaria apenas de registrar que ninguém é diferente de ninguém,os problemas podem ser diferentes de pessoa para pessoa mas todos nós temos os nossos e cada um com seu peso.Seria mais tranquilo se ao ir para aula tentar ter um pouco mais de paciência e controlar emoções.Já que necessitamos nos fazer presente então sugiro que façamos desse momento o mais agradável possivel.
29.9.09
27.9.09
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
O EJA tem como objetivo dar oportunidade aqueles que por algum motivo particular não puderam concluir seus estudos em tempo habil.Não pode-se dizer que esse veio suprir o tempo escolar perdido,mas sim,oprortunizar a esse sujeito alfabetizar-se e se inserir na sociedade como um cidadão critico e ativo no mundo letrado como podemos designar a todos que tem sua participação efetiva em todos os segmentos(familia,sociedade,igreja, escola).
Como vimos no texto da interdisciplina de Didática a alfabetização de jovens e adultos não é uma simples tarefa de alfabetização,estamos lidando com pessoas que carregam marcas de exclusão social e cultural ditadas por uma sociedade dominante,priorizando um modelo único de alfabetização.Ao constatar esse fato percebe-se uma necesidade de mudança com um modelo mais amplo onde se respeite as diferenças e as peculiaridades desde o indivudual ao grande grupo.A alfabetização deve resgatar a autoconfiança e autoimagem desses alunos e trabalhar o conteúdo juntamente com suas experiencias.
Como coloca Paulo Freire,a alfabetização é parte integrante de uma trajetória pela qual alguém autônnomo e crítico com relação a natureza construída de sua própria experiência.
A alfabetização do EJA é uma tarefa bastante complexa tanto para os educadores quanto para os educandos,lida-se com sujeitos que a qualquer momento podem voltar a evadir por situações que se básicas como fator socio-economico desfavoráveis,suas familias que ficam desamparadas no momento em que estão na escola,localidade de sua residência enfim tudo que desestimulem o aluno a não retornar as salas de aula.
Tudo isso faz com refletimos sobre a questão alfabetização de um público desfavorecido por uma sociedade dominante.Alfabetizar esse público é fazer ele compreender o mundo ao seu redor e voltar sentir-se parte ativa da sociedade.Como vimos em didática quando fazemos um planejamento devemos resgatar a leitura do mundo que os alunos trazem para aula sendo isso o letramento que acaba com a teoria do analfabetismo,como se o aluno fosse um ser sem nenhuma consciencia social.
19.9.09
DISCALCULIA
Discalculia essa é mais uma nova aprendizagem.Aos sábados tenho feito um curso de inclusão e hoje tivemos uma aula maravilhosa que tratava desse assunto Discalcluia.
- Discaculia é um transtorno que afeta as habilidades matemáticas de caracter permanente.Essa não tem haver com o poder sócio-economico da sujeito,ela é hereditária ou genética.
A criança com discalcluia necessita trabalhar com o concreto,para que consiga compreender um poucodo mundo dos números.Esse transtorno neurológico não tem cura e pode ser amenizado com o tempo apenas através de intervenções pedagógicas.
Um dos primeiro demostrativos desse transtorno é quando a criança mostra não conseguir ordenar os números de 0 a 9 e também se colocado os números nessa sequência e retirar um ela não consegue identificar qual esta faltando.Claro que não se pode diagnosticar a criança com discalculia sem ter várias demonstrações dessa desordem genética,pois, uma criança que não
tem o número construído também pode ter esse tipo de dificuldade.
Uma pesquisa feita apontou que 5% a 15% das crianças que frequentam as escolas regulares d ensino fundamental sofrem de discalculia.Os tipos sâo:
- Dificuldade em nmear os números verbalmente:
- Dificuldade em nomear,comparar,manipular objetos reais e imagens;
- Dificuldade na leitura dos númerose de símbls matemáticos;
- Dificuldade na grafia dos números troca 6 e 9,2 e5;
- Dificiculdade em operações matemáticas mentais e de conceitos matemáticos;
- Dificuldades na execução e cáculos numéricos;
- Dificuldade em lembrar operações básicas,tabuada;
- Dificuldades em transportar números;
- Dificuldade em seguir sequências;
- Dificuldades em perceber princípios de medida (peso,hora,distância...);
- Dificuldades em relacionar o valor de moedas,nunca sabe conferir um troco por exemplo.
Esses são alguns aspectos que um sujeito que apresenta esse transtorno na estruturas matemática.Pode servir de alerta ao professores é falta de identificação dos números,a criança fala rapidamente a sequencia dos números mas não escreve,é escassa a habilidade de contar e decorar a rotina dos números,dias da semana,estações do ano,calendário.
Uma das intervenções necessárias para trabalhar com alguém com discalculia é resgatar a autoestima e autoimagem dessa criança,devido sua dificuldade exorbitante ela mesma se considera burra e incapaz.Fazendo esse resgate se torna mais fácil dar a ela uma noção matemática.
Um depoimento lido pela professora Jussara Bernardi,relatava o desbafo de um rapaz que concluiu todas as etapas do ensino,fazendo faculdade e se tornando PHD,falava que muitas vezes em sala de aula foi vítimas de deboches e professores duvidando de sua capacidade.Nas disciplinas relacionadas a leitura e a escrita se destacava, mas na matemática muitas vezes necessitou do auxilio de professores para passar de ano.Hoje tempos mais tarde descobriu que seu problema estava além de ser um "burro" como se designava.Para fazer uma ligação em seu celular precisa repetir a operação por várias vezes e ainda assim as vezes dá engano.Em seu depoimento diz "não posso fazer nada se os números insistem em sair daqui,o troco que recebo nunca sei se esta certo".Estava jantando com um amigo e foi fazer uma anotação de um número telefônico,o amigo o alertou dizendo que estava errado e ele olhando disse estar certo.
Trabalhar bastante jogos ajuda a criança um pouco nessa dificuldade que não tem cura.



























