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19.9.09

DISCALCULIA

Discalculia essa é mais uma nova aprendizagem.Aos sábados tenho feito um curso de inclusão e hoje tivemos uma aula maravilhosa que tratava desse assunto Discalcluia.

  • Discaculia é um transtorno que afeta as habilidades matemáticas de caracter permanente.Essa não tem haver com o poder sócio-economico da sujeito,ela é hereditária ou genética.

A criança com discalcluia necessita trabalhar com o concreto,para que consiga compreender um poucodo mundo dos números.Esse transtorno neurológico não tem cura e pode ser amenizado com o tempo apenas através de intervenções pedagógicas.

Um dos primeiro demostrativos desse transtorno é quando a criança mostra não conseguir ordenar os números de 0 a 9 e também se colocado os números nessa sequência e retirar um ela não consegue identificar qual esta faltando.Claro que não se pode diagnosticar a criança com discalculia sem ter várias demonstrações dessa desordem genética,pois, uma criança que não
tem o número construído também pode ter esse tipo de dificuldade.

Uma pesquisa feita apontou que 5% a 15% das crianças que frequentam as escolas regulares d ensino fundamental sofrem de discalculia.Os tipos sâo:

  • Dificuldade em nmear os números verbalmente:
  • Dificuldade em nomear,comparar,manipular objetos reais e imagens;
  • Dificuldade na leitura dos númerose de símbls matemáticos;
  • Dificuldade na grafia dos números troca 6 e 9,2 e5;
  • Dificiculdade em operações matemáticas mentais e de conceitos matemáticos;
  • Dificuldades na execução e cáculos numéricos;
  • Dificuldade em lembrar operações básicas,tabuada;
  • Dificuldades em transportar números;
  • Dificuldade em seguir sequências;
  • Dificuldades em perceber princípios de medida (peso,hora,distância...);
  • Dificuldades em relacionar o valor de moedas,nunca sabe conferir um troco por exemplo.

Esses são alguns aspectos que um sujeito que apresenta esse transtorno na estruturas matemática.Pode servir de alerta ao professores é falta de identificação dos números,a criança fala rapidamente a sequencia dos números mas não escreve,é escassa a habilidade de contar e decorar a rotina dos números,dias da semana,estações do ano,calendário.

Uma das intervenções necessárias para trabalhar com alguém com discalculia é resgatar a autoestima e autoimagem dessa criança,devido sua dificuldade exorbitante ela mesma se considera burra e incapaz.Fazendo esse resgate se torna mais fácil dar a ela uma noção matemática.

Um depoimento lido pela professora Jussara Bernardi,relatava o desbafo de um rapaz que concluiu todas as etapas do ensino,fazendo faculdade e se tornando PHD,falava que muitas vezes em sala de aula foi vítimas de deboches e professores duvidando de sua capacidade.Nas disciplinas relacionadas a leitura e a escrita se destacava, mas na matemática muitas vezes necessitou do auxilio de professores para passar de ano.Hoje tempos mais tarde descobriu que seu problema estava além de ser um "burro" como se designava.Para fazer uma ligação em seu celular precisa repetir a operação por várias vezes e ainda assim as vezes dá engano.Em seu depoimento diz "não posso fazer nada se os números insistem em sair daqui,o troco que recebo nunca sei se esta certo".Estava jantando com um amigo e foi fazer uma anotação de um número telefônico,o amigo o alertou dizendo que estava errado e ele olhando disse estar certo.

Trabalhar bastante jogos ajuda a criança um pouco nessa dificuldade que não tem cura.

9.6.09

SER PROFESSOR

Ontem a tarde eu a Rejane e também nossa tutora Adriana Irigaray tivemos a oportunidade de assistirmos uma palestra ministrada pelo professor Max Haetinger promovido pela Editora Positivo.
Max Haetinger tem licencitura em Artes Cênicas e Educação Física na UFRGS,cursou Economia na PUC,RS,Mestrado em Educação Plena,aluno especial do Doutorado em Informática em educação na UFRGS,Professor de Pós-graduação e Consultor em Educação.
Bom toda essa diversidade de conhecimentos trouxe a nós uma palestra excelente com um simplicidade,dinamismo e auto astral para falar sobre o assunto estabelecido.
Max falou sobre os desafios da educação rssaltando os pontos diversidade,interatividade,atuar em rede e o novo pensar.Citou a frase de Edgar Mohan dizendo que o "professor de hoje tem que amar a diversidade",destacando que nesse século se amplia com a diferança sexula,de cor,cultural enfim.
A escola desse século tem que fazer a diferença,se o aluno não tem a capacidade de aprender não pode agir na sociedade.Para que serve a educação se não for para mudar a vida.O ensino tem que chegar em casa para ajudar os pais a evoluirem no mundo,e isso se faz quando pegamos a sala de aula e juntamos com a vida.
Somos agente de mudança porque vivemos em contantes transformações.A escola tem que mudar de forma mais rápida,porque os meios de comunicação estão velozes.
Temos que ensinar os alunos a serem agentes de mudanças e aí esta o desafio do professor o mundo mudou e temos que mudar com ele.
Par ser esse agente transformador devemos trazer o olhar da criança sapeca,curiosa e para isso o professor tem que ser criativo.
A curiosidade é a mãe da ciência,a curiosidade instiga a aprendizagem.O homem aprende por dois motivos:necessidade e curiosidade.
O que faz a criança ir para a escola?A curiosidade de confrontar emoções,ações.E o desafio do professor é fazer da escola um espaço curioso.Curiosidade gera audiência e a nossa audiência enquanto educador que somos representa a evasão,a motivação,a aprendizagem.A educação tem que falar que eles querem entender,a escola tem que ser o lugar do conhecimento.
Também colocou a questão de tabalharmos em equipe,fazendo atividades com que os alunos dependam um do outro com o intuíto de mostrar aos alunos de que a vida é viver em sociedade.
Trouxe a fala de Frenet que diz "aprendo de forma coletiva,para haver aaprendizagem tem que haver envolvimento,confiança".
Ser professor é sinônimo de mudança.
"Mudam-se os tempos,mudam-se as vontades,muda-se o ser,muda-se a confiança.Todo o mundo é composto de mudança.Tomando sempre novas qualidades"Luíz Vaz de Camões
Diante dessa mudança fez um pequenos relato da questão inclusão escolar,colocando não é a teoria que vai nos fazer aprender mas sim a vontade de ensinar essa pessoa.O medo faz agente acreditar de forma errada que não somos capazes de trabalhar com essa diferança.Educar é um ato de amor.

17.8.08

TEMPO


Fazendo uma reflexão em cima da construção da tabela não havia me dado conta porque senti dificuldades em registrar os dados.Após a tabela pronta e postada e que parei e comecei a analisar a questão tempo para mim.
O tempo é um espaço bem complicado na fase adulta.Hoje mesmo estava realizando uma atividade na interdisciplina de psicologia onde se falava das fases de desenvolvimento,a fase infantil e adulta como divergem os pesamentos.E o tempo também é diferente entre essas duas fases,pois,quando somos crianças parece que o tempo não passa e ficamos ansiosos para que chegue nosso aniversário,a páscoa,o natal,as férias e assim vai e quando adutos parece que tempo é curto para as tantas tarefas e ao contrário das crianças quando nos damos conta é final de semestre na escola,final de semestre na faculdade, final de ano,compras de presentes,férias,reencontros com familiares,carnaval e volta a rotina de novo.
Na realidade o tempo é o mesmo os segundos,os minutos e as horas tem mesma velocidade de sempre o que mudou foi nossa vida que acelerou e a questão primordial como organizar esse "tempo".
Foi através dessa reflexão que percebi que o único horário que tenho certo é quando levanto,me organizo com minhas tarefas pessoais levo as crianças para escola e vou trabalhar.Depois a cada final de tarde as coisas acontecem conforme o meu tempo,sempre venho ao computador e vejo o que tem disponivel como tarefa e pesquisa.Procuro me dedicar as atividades do pead todos os dia um pouco mas não aprendi ainda a organizar o tempo livre.
A tabela me causou um certo desconforto acho que vou ter que achar uma maneira de estabelecer regras dentro do meu espaço livre da escola.

O tempo
Para entender o valor de um mês:
pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.

Para entender o valor de uma semana:
pergunte ao editor de uma revista semanal.

Para entender o valor de uma hora:
pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro.

Para entender o valor de um minuto:
pergunte para uma pessoa que perdeu o trem, ônibus ou avião.

Para entender o valor de um segundo:
pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nas olimpíadas.

O tempo não espera por ninguém.
Valorize cada momento de sua vida.
Você irá apreciá-los ainda mais se puder dividi-los com alguém especial...
Eu diria com tarefas importantes


Fonte: Felicimar Carrilho (Boby)

21.6.08

O FANTÁSTICO MUNDO DAS CRIANÇAS

Hoje enquanto fazia uma reflexão em relação ao meu crescimento neste trimestre lembrei desse desenho do Bob,que é muito interessante.
O desenho conta a história de uma criança de 4 anos que acaba vivendo num mundo de aventuras e imaginação por não encontrar respostas as suas perguntas.


Assim me fez pensar nas crianças em geral que são curiosas por natureza,parece que tudo interessa a elas.
Essa curiosidade permite a nós professores a desafios e implica obstáculos,às vezes as perguntas parecem não ter qualquer sentido mas ela é feita e exige respostas.
O que para nós é evidente para ela é curiosidade.Qual adulto que nunca se desparou com uma criança fuzilando de tantas perguntas,a característica desses pequeninos é ser perguntadeiros e suas perguntas são espontâneos.É possivel sentir a eletrecidade no ar pois a curiosidade é enorme.
Essa curiosidade se faz necessária,ela auxilia na formação do pensamento.
As crianças de hoje vivem num mundo acelerado de grandes descobertas.
Trabalho na parte da manhã com um 1° ano cuja a faixa etária é entre 6 e 7 anos e muitas vezes eles me deixam em saia justa com suas interrogações e o que me me chama atenção são as perguntas que para mim são coisas óbvias.
Nós educadores quando vamos preparar uma aula temos inúmeras preocupações como por exemplo devemos trabalhar o meio ambiente, e de repente um aluno pergunta "por que a girafa tem pescoço cumprido?"E então me questiono o que adianta falar em meio ambiente se o que eles precisam saber está além do que eu considero importante.
Neste semestre aprendi a ouvir mais meus alunos e comecei trazer para a sala o que elas querem saber, claro que não me afatei do conteúdo necesário, apenas inclui em minha meta a curiosidade deles.
As perguntas são mistérios de uma cabecinha lotada de dúvidas e fantasias.

11.6.08

A CURIOSIDADE DAS CRIANÇAS

Esse video da Adriana Calcanhoto representa a curiosidade das crianças.
Muitas vezes as crianças nos questionam com questões que pra nós parece tão simples,mas para eles parecem dúvidas cruéis que precisam ser explicadas.Assim vejo na sala de aula tem momentos que falamos e eles não compreendem a nossa linguagem e nessa hora que se percebe que o que pra nós já é claro para eles são questionamentos como o que é?Como é?Por que?
Foi partindo dessas atividades do seminário que lembrei de uma reunião na escola do meu filho onde a professora abriu a reunião com essa música para explicar aos pais que as crianças são cheia de dúvidas e devemos passar a escutá-las.
Então vale a pena conferir essa música que foi baseada numa criança de 8 anos.


6.12.07

Brincar

A professora Tania Fortuna coloca que os profesores tem um certo receio em levar para a sala de aula a questão do brincar.Aos olhos dos pais é uma maneira de matar aula.
Neste semestre com o estudo da disciplina de Ludicidade passei a me sentir mais tranquila,sempre oportunizei aos meus alunos trazerem brinquedos.Neste ano as sextas-feiras era o dia do brinquedo como chamamos,onde a brincadeira era livre,mas me preocupava com o olhar crítico dos pais com essa atitude.
Lendo os relatos da professora Tania Fortuna trouxe-me a segurança,até para argumentar com os pais a importância de brincar em sala de aula.
O brincar desenvolve a criatividade,a aprendizagem,a imaginação,constrói relações com os colegas,traz fatos de seu cotidiano,elabora regras de organização.
O brincar é uma atividade espontânea,uma ação voluntária.
Quando se brinca se exercita as potencialidades,provoca o funcionamento do pensamento.
A criança se desenvolve cognitivamente,afetivamente e socialmente.Quando se brinca há uma interação com seus semelhantes.
E no final de tudo isso é uma atividade prazerosa.
Assim considero que brincar na sala de aula pode servir de apoio pedagógico ao professor.
O educador quando garante tempo e espaço para que a brincadeira aconteça na sala de aula torna-se figura fundamental neste processo.
"Uma criança que brinca é um adulto bem resolvido"
Tania fortuna

2.12.07

BRINCAR NA SALA DE AULA

Estava me aprofundando quanto ao assunto brincar que foi o tema que escolhi para o meu trabalho e encontrei esse link e então resolvi dividir com vocês http://www.elisabethsalgadoencontrandovoce.com/importancia_brincar.htm
Vale a pena conferir.

18.11.07

Relatos de Experiências


O site Navegamundo se utiliza de cinco personagens para ilustrar as histórias,com o objetivo de promover a inclusão digital e social servindo como um apoio pedagógico aos professores e tornar as histórias mais agradáveis para as crianças.
Esses personagens tem a função de difundir a cultura brasileira,também com capacidade de desenvolver outros temas culturais como a reginal,nacional e internacional.
O portal foi criado pelo Instituto Navegamundo,com apoio do Serviço brasileiro de apoio ás micros e pequenas empresas de Santo André e da Agência de desenvolvimento Econômico do Grande ABC.
Este site foi idealizado pela psicóloga e presidente do Instituto Marta Elisa Eberte.
O objetivo central é proporcionar a cultura a todos,além das crianças,os professores também podem fazer buscas para se utilizar dos conteúdos.As crianças podem interagir umas com as outras.
O Navegamundo conta com uma equipe de pedagogo,pesquisador,diretor de dramaturgia,com a função de elaborar o roteiro, e um desenhista.
O portal procura estar sempre atualizado em suas histórias e há um projeto para ampliar suas atividades como jogos lúdicos-educativos e um suporte especial para os deficientes visuais com histórias se utilizando de áudios para que tenham acesso.
O site Navegamundo é um portal de acesso gratuíto de grande valor pedagógico.

16.11.07


Nas terças-feiras em minha escola paramos para reunião pedagógica e esta foi umas das reuniões que considerei bem significativa e interessante,pois assistimos a um filme que veio bem de encontro a nossa vida profissional.
Este filme retrata a história de uma jovem professora que chega a escola cheia de vontade de ir ao encontro das coisas que acredita e ela se depara com o preconceito e educadores acomodados e desacreditados.
O filme aborda uma forma instigante,o desafio da educação em um contexto social problemático e violento.
Para ajudar sua turma cria métodos próprios e sem apoio da direção de colegas e direção ela busca a transformação sozinha,sempre acreditando na mudança,e o melhor,acreditando que seus alunos são vítimas de uma sociedade preconceituosa e seletiva.Ao perceber tais problemas enfrentado pelos estudantes dá aos alunos um diário onde devem fazer registros de suas vidas e não os obriga a mostrar,todos tem a liberdade de dividir suas histórias conforme suas necessidades.
A professora indicou a obra "O diário de Anne Frank" com o objetivo que os alunos percebam a necessidade da tolerância.
Aos poucos os alunos percebem que somos todos iguais e podemos transformar a realidade basta acreditar.
Como ressalta Paulo Freire, temos um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.
O filme deve ser visto com apreço,já que somos educadores também com ideiais.

23.10.07

Recuperando o tempo perdido


Fiquei um tanto atrapalhada com as minhas atividades do pead neste semestre.O fato é que tive que dobrar meus cuidados com o meu filho mais novo,que passou recentemente por uma pequena cirurgia. Isso fez com que eu interrompesse a minha dedicação com relação à realização das atividades. Durante essa semana,recuperando o tempo perdido, realizei minha atividade de recuperação de literatura. Utilizei as atividades realizadas por nós na aula presencial de música,o qual tínhamos que, em grupos, criar ritmos para as poesias sugeridas pela professora. Essa sugestão foi realizada com uma turma de quarta série da escola onde trabalho.
Os alunos demonstraram-se muito motivados que acabei motivando-me também para realizar esta postagem no meu blog. Infelizmente não tirei fotos para melhor registrála. Fiquei muito satisfeita ao perceber o quanto as crianças são criativas e ficam bastante à vontade nessas situações.Diferentes de nós adultos,que ainda apresentamos dificuldades realizar atividades que envolvam expressão, apresentação para um público,seja este de adultos ou de crianças!

14.10.07

A ARTE NO ESPAÇO EDUCATIVO

A escola é o primeiro espaço onde se dáo desenvolvimento de cidadãos, e o contato com o universo artístico e suas linguagens como:artes visuais,teatro,dança,música e literatura.
O que se percebe nas escolas é que a arte é encarada como mera atividade de lazer e recreação.
A arte possui uma capacidade transformadora,os educadores contribuem para o acesso direto com o homem.O aceitar,o fazer artístico contribuem para o desenvolvimento das crianças,em suas capacidades de ampliar seu potencial cognitivo e olhar o mundo de forma diferente.
Essa postura do educador deve ser internalizada com a prática a prática pedagógica,tendo coerênca.
A sala de aula deve ser um atelier ou um laboratório de cientistas em busca da arte.Nela podem ser desenvolvidas pesquisas,técnicas inovadoras,um processo criador de forma viva e dinâmica.
A pesquisa e a construção tem valor relevante tanto para o educador como para o educando.
A arte deve estar ligada ao interesse de quem aprende.Dessa forma os educandos se arriscam a desenhar,representar,cantar,ecrever,dançar.As crianças se reconhecerão como participantes e construtores de seus próprios caminhos.A arte terá sentido e deixará de ser distante de sua realidade.
Esse processo pedagógico busca a dinâmica entre o sentir,o pensar e o agir.
A finalização desses trabalhos tem como objetivo o desenvolvimento do educando nas diferentes linguagens artísticas,o crescimento e a capacidade inventiva.
Entender e estimular ensino da arte torna a escola um espaço vivo,produtor de um conhecimento novo,revelador que aponte para a transformação.
Hoje os currulos escolares estão trabalhando com uma nova disciplina arte-educação,cujo conceito é arte no espaço educativo.

JEAN PIAGET
"As primeiras manifestações espontânias de arte infantil devem ser vistas como tentativas sucessivas entre o jogo simbólico e as tendências que caracterizam as formas adaptadas de atividade entre a expressão do eu a submissão ao real."
Fonte:Interne.

Literatura Infantil


CONTAR HISTÓRIAS
Há quem conte histórias para enfatizar mensagens,transmitir conhecimento,disciplinar,até fazer uma espécie de chantagem "se ficarem quietos,conto uma história,ou isto,ou aquilo".
A história aquieta,serena.prende a atenção,informa,socializa,educa.Quanto menor a preocupação em alcançar tais objetivos,maior será a influência do contador de história,enquanto fonte de satisfação de necessidades básicas das crianças.Quanto mais cedo o contado da criança com a história,mais cedo terão gosto pela leitura.
Naturalmente é necessário fazer uma seleção inicial levando em conta a faixa etária,interesse do ouvinte e seu poder sócio-econômico.Outro fator relevante é a interação do contador com a leitura,se a histporia não desperta a sensibilidade a emoção, não será contada com sucesso,não se pode transmitir uma sensação de se está não está presente no ato,não pode descrevê-las e executa-la bem se está não foi apreciada.
A criança é naturalmente curiosa e receptiva,também não se deixa enganar, é exigente e crítica.

" O ambiente é essencial para despertar na criança o gosto pela leitura"








20.9.07

Literatura Infantil


Há uma enorme discussão entre os teóricos para entender a Literatura Infantil. A discussão passa pela conceituação, a concepção da infância e do leitor, a ligação da literatura infantil e a escola, até o caráter literário dessas obras para crianças.
Os primeiros livros para crianças surgem somente no final do século XVII escritos por professores e pedagogos. Estavam diretamente relacionados a uma função utilitário-pedagógica e, por isso, foram sempre considerados uma forma literária menor. A produção para a infância surgiu com o objetivo de ensinar valores (caráter didático), ajudar a enfrentar a realidade social e propiciar a adoção de hábitos. Infelizmente, ainda podemos encontrar esses objetivos na produção infantil contemporânea.
Para entender melhor essa função utilitário-pedagógica presente na literatura infatil vamos ver o que falam Maria José Palo e Maria Rosa D. Oliveira:

Dentro do contexto da literatura infantil, a função pedagógica implica a ação educativa do livro sobre a criança. De um lado, relação comunicativa leitor-obra, tendo por intermediário o pedagógico, que dirige e orienta o uso da informação; de outro, a cadeia de mediadores que interceptam a relação livro-criança: família, escola, biblioteca e o próprio mercado editorial, agentes controladores de usos que dificultam à criança a decisão e escolha do que e como ler.

Extremamente pragmática, essa função pedagógica tem em vista uma interferência sobre o universo do usuário através do livro infantil, da ação de sua linguagem, servindo-se da força material que palavras e imagens possuem, como signos que são, de atuar sobre a mente daquele que as usa; no caso, a criança.1

No Brasil, a Literatura Infantil só chegou no final do século XIX. A literatura oral prevaleceu até esse período com o misticismo e o folclore das culturas indígenas, africanas e européias.

Carlos Jansen e Alberto Figueiredo Pimentel foram os primeiros brasileiros a se preocuparem com a literatura infantil no país, traduzindo as mais significativas páginas dos hoje considerados "clássicos" para a garotada.

Com Thales de Andrade, em 1917, é que a literatura infantil nacional teve início. E foi em 1921 que nosso grande Monteiro Lobato estreou com "Narizinho Arrebitado", apresentando ao mundo Emília, a mais moderna e encantadora fada humanizada.2

No entanto, só após a década de 70 houve um grande desenvolvimento da literatura para crianças com a entrada de grandes editoras no mercado.

A produção brasileira de literatura infanto-juvenil, até a década de 70, foi esporádica, constituindo-se basicamente de traduções de clássicos e de algumas coleções estrangeiras de grande apelo comercial.3

Fonte:http//www.sitedeliteratura.com/infantil.htm